
Perdido aqui nessa trilha, vejo um vulto de uma garota, semblante único, o que faz essa criatura tão frágil andar por esse caminho tão sombrio? Esgueiro-me pela mata, a vejo seguido ate uma cabana, percebo a cabana vazia, já estou há dias sem sentir o corpo de uma dama, não agüento ver tamanha perfeição jogada assim nessa noite...
Ela entra corro atrás, a agarro por traz segurando firmemente seu corpo e sua boca, ela reage por pouco tempo, mostra se já desiludida em fugi, com um tapa a jogo no chão rasgo suas roupas, ela grita amedrontada, olho para seu rosto ela tenta esconder se de mim, fecha os olhos nega me olhar, sei que ela quer o mesmo seu corpo não nega, cada gota de fluido de prazer que ela derrama, e como se eu estive se no “Valhalla”, os gritos de medo e dor se acabam meu suor escorre pelo meu rosto ate cair em sua testa, ela se solta de mim, pois a este momento não creio que ela vá tentar fugir, ela arranham minha costa levemente, e anseia por mais prazer, sinto me enfraquecendo aos poucos, ela pede por tapas e por obscenidade, chego ao ponto de achar que eu que estou sendo usado, ela morde meu ombro, e sinto um liquido escorrendo da minha costa, sem forças para sair vejo que o liquido se trata de meu sangue, e que os olhos da bela dama são como olhos de uma besta, sem sentimentos a não ser o ódio e a fome, mesmo eu morrendo sentindo a dor de ser tragado por uma fera, ainda sinto cada segundo de prazer, me sangue escorre ate seu corpo a deixando com um tom vermelho que me lembra um rubi, ela já não fala mais apenas emite sons pavoroso, a cada estante mais velho, mais morto, mais ainda sinto que se pudesse evitar aquela agonia não a evitaria, repetiria meu erro, pois nunca senti um temor tão apaixonante..
Autor : Belzeratus – Allan -
