4 de novembro de 2009

Vitima ao acaso...




Perdido aqui nessa trilha, vejo um vulto de uma garota, semblante único, o que faz essa criatura tão frágil andar por esse caminho tão sombrio? Esgueiro-me pela mata, a vejo seguido ate uma cabana, percebo a cabana vazia, já estou há dias sem sentir o corpo de uma dama, não agüento ver tamanha perfeição jogada assim nessa noite...
Ela entra corro atrás, a agarro por traz segurando firmemente seu corpo e sua boca, ela reage por pouco tempo, mostra se já desiludida em fugi, com um tapa a jogo no chão rasgo suas roupas, ela grita amedrontada, olho para seu rosto ela tenta esconder se de mim, fecha os olhos nega me olhar, sei que ela quer o mesmo seu corpo não nega, cada gota de fluido de prazer que ela derrama, e como se eu estive se no “Valhalla”, os gritos de medo e dor se acabam meu suor escorre pelo meu rosto ate cair em sua testa, ela se solta de mim, pois a este momento não creio que ela vá tentar fugir, ela arranham minha costa levemente, e anseia por mais prazer, sinto me enfraquecendo aos poucos, ela pede por tapas e por obscenidade, chego ao ponto de achar que eu que estou sendo usado, ela morde meu ombro, e sinto um liquido escorrendo da minha costa, sem forças para sair vejo que o liquido se trata de meu sangue, e que os olhos da bela dama são como olhos de uma besta, sem sentimentos a não ser o ódio e a fome, mesmo eu morrendo sentindo a dor de ser tragado por uma fera, ainda sinto cada segundo de prazer, me sangue escorre ate seu corpo a deixando com um tom vermelho que me lembra um rubi, ela já não fala mais apenas emite sons pavoroso, a cada estante mais velho, mais morto, mais ainda sinto que se pudesse evitar aquela agonia não a evitaria, repetiria meu erro, pois nunca senti um temor tão apaixonante..

Autor : Belzeratus – Allan -

Noir nuit...



Nas noites em que a vejo novamente em meus sonhos, ali deitada ao meu lado apenas com sua lingerie, me olhando, ingenuidade, masoquismo, tudo em um rosto de menina, seu sorriso ganha um brilho amais pela luz da lua que esgueira pela janela, pego uma venda cubro seus olhos ela sorri um sorriso cínico como se soubesse o que eu quero, ela se deixa controlar por mim, amarrei suas mãos, de forma suave para não a machucar, mas também de forma firme para que ela não se solte.
Eu a coloco sentada na cama, dou vinho em sua boca, ela passa a língua levemente pela boca...
Sinto-me mais feroz e a empurro para cama, quero ver ela, indefesa para mim, bebendo do vinho olhando para seu corpo não consigo conter meu desejo, essa mistura de sangue e amor, terror e erotismo, essa vontade e mais forte que eu, sem pensar me deito do lado dela passo minha unha pela sua boca, descendo entre seus seios ate chegar a um toque intimo, apenas desejando que ela suspire de prazer, só quero ouvir sua respiração mais ofegante, quero que me deseje vontade animal de morder cada centímetro de seu corpo, quero enforcar te morder, sentir um suspiro de prazer e dor, abraçar intimamente teu corpo quase que tornando um só, esse e meu desejo, nessa noite em volúpia e sadismo apenas sinto seu ultimo suspiro e ao tirar sua venda vejo apenas o fim do brilho de seus olhos, sempre assim toda noite, vivo preso nesse meu crime prazeroso, neste homicídio que a luxuria arquitetou, mesmo em minha dor de você não esta mais comigo, ainda tenho prazer em reviver meu pesadelo...


Autor : Belzeratus

Noir


Nada foi tão simples assim, naquela noite tudo parecia perfeito, nos olhamos, caminhamos feito anjos... então tão docemente suas mãos tocaram as minhas, senti meu coração sair pela boca, aqueles olhos tão tristes naquele momento radiaram luz, como um estandarte.
Pensei que jamais o viria novamente, mas não. Caminhanhando sozinho pelas ruas perifericas e encantadoras de Londres,em uma noite de sexta feira lembro me como se fosse hoje. Meus olhos estavam languidos, caminhava somente eu e minha tristeza, tão sujo... banhando me na chuva profana que tão fria caía naquela noite.
Quando por uma fração de segundos o avistei... senti seu perfume, fechei os olhos e percebi somente em meus labios delicadamente o ardor de seus labios, sua tez estava febril, como quem clamava por um simples abraço.
Mas nada era real, meus delirios estavam cada vez mais frequentes, o anjo que em minhas entranhas estava vivo era apenas um simples estrannho que alimentava minhas esperanças para a vida, e que tão contraditoriamente me despertava algum sentimento, algo que em mim não existia por muito tempo.
Passei noites em claro a observar a perola da noite, que em um ceu prateado mantinha- se no alge de sua gloria. Alimentando me apenas de recordações devaneias e superficiais,aquela noite estva fria tudo estava consumido pela neve o que se via era apenas paisagens brancas com sutis detalhes negros...


Fonte: http://www.contogotico.com/
Autor: Wesley Egidio

Apenas o inicio...

Publicarei aqui alguns contos meus e também de outros autores, trazendo assim um pouco de erotismo, terror, suspense, romance, espero que os agrade...

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