14 de outubro de 2011
Jenny, Jenny, Jenny menina escritora...
Abaixo postei dois textos de minha doce amiga Jenny, vale a pena a leitura! beijos a abraços e boa leitura...
Longe te ti..
Longe te ti..
te odeio e te desejo.
perto de você...
te desejo e te odeio.
o que fazer para mudar isso?
o que fazer para te esquecer?
você invadiu minha mente, meu corpo e minha alma.
sinto que te amo, mais as vezes acho que te odeio.
você consegue me entende???
você consegue senti o que eu sinto???
cedo demais para te deixar..
tarde demais para deixar de te amar

By: Jenny Stefanes
O que pode durar?
Toda vez que penso em você..
sinto um enorme vazio dentro de mim...
sinto como se não existisse...
sinto como se fosse morrer.
por que tem que ser assim?
por que tem que acabar assim?
não sentiamos como se fosse durar para sempre?
como pode sentimentos mudar?
por que nao lutar contra isso?
as vezes não sei o que quero, mais sei que nun
ca te esquecerei....
nem hoje...
nem amanhã...
nem nunca!!!

By: Jenny Stefanes
2 de outubro de 2011
Tintas e vinhos Pt:.2
Alice sorri puxa Zac e fala com um sorriso que não, ele se levanta toma um gole de seu vinho, Ela levanta vira de costas pra ele e desce sua calça levemente, ele vai ate ela derrama um pouco de vinho em seu ombro e lambe ate chegar ao meio de suas costas, ele desce a calça dela de vez morde suas coxas, de joelhos pra ela tira sua lingerie, ela coloca o pé em seu ombro, ele lambe a fazendo tremer ate cair no sofá novamente, ela não quer que ele pare, ele se levanta e tira à calça, Alice se vira e apóia no sofá, morde os lábios e o espera, ele a puxa penetrando fortemente, ela grita de

prazer apertando o sofá. O suor escorria sobre seus corpos, Zac derruba a garrafa de vinho em seu chão tingido de tinta de quadros mortos, ela se deita pedindo para sentir o corpo dele.
Ele pega suas pernas aperta e as abre, ela cruza suas pernas e o puxa com um olhar sacana, ele a beija, morde seu pescoço, ela arranha sua costa lambendo suavemente seus lábios, em um rápido devaneio ela pensa no que esta fazendo, pensa que esta fazendo papel de devassa, mas o pensamento some diante do prazer.
Seus corpos bailam em um ritmo perfeito sob aquele pequeno sofá, beijos e caricias são jogados um contra o outro, ele se levanta toma ela em seus braços e a joga em cima de sua cama, o que antes era uma briga de corredor se torna um romântico encontro com um tom de selvageria e sutileza.
Ela se entrelaça nos lençóis vermelhos se mostrando para seu amante de uma tarde. Ele sobe na cama a toca intimamente, beija seus seios ate chegar a sua boca, ela toca o peito de Zac só que agora com delicadeza, toca seu próprio corpo, em um novo devaneio, Alice se levanta se cobre com o lençol reclamando _-isto não esta certo, eu, eu nem sei seu nome, isso esta totalmente errado!-_ Alice corre ate a sala se veste com suas roupas sujas de vinho e sai do apartamento fechando a porta como se detestasse o todo aquele momento.
Ela entra em seu apartamento fecha a porta novamente com agressividade, solta algumas gargalhadas na verdade apesar do arrependimento ela gostou muito de tudo aquilo, e ficou com expectativa de quando o nobre pintor apareceria novamente.
Já Zac nem sabe o que aconteceu só sabe que aquela mulher rude e avassaladora trouxe com ela uma coisa que ele nunca pensou sentir novamente, ele pega a garrafa de vinho do chão bebe as gotas que sobraram sorri, e veste suas roupas, pensando em um dia reencontrar a louca mulher que antes o chamava de idiota, e que agora mesmo ele nem sabendo o nome dela deseja a reencontrar.
Tintas e vinhos Pt:.1
Garoa, vinho, combinação para um encontro inesperado, Zacarias e um artista plástico que passa noites em claro pintando, que gasta seu dinheiro com vinho e que vive em um apartamento cheio de quadros, mas sem nenhuma companhia, como de fato a ironia do destino mora ao lado, Alice sua vizinha de apartamento tem o mesmo gosto por vinho, ela é uma jornalista que div
ide o quarto com sua amiga, de tantos e tantos porres de vinho tentou se jogar pela janela uma ou duas vezes, o que seria uma opção infeliz. No entanto os tais protagonistas nunca se encontram, no Maximo Zac escutou alguns gritos de porre.
É sábado e chove à tarde, ele pega o elevador com seus cigarros, Alice esta lá com seu vinho, ele a ignora, mas ao sair do elevador esbarrão se, a garrafa cai _-IDIOTA!-_ grita Alice, Zac sai andando como se fosse nada, entra em seu apartamento e ignora a mulher histérica, ela bate na porta _-ABRE ESSA DROGA! VOCÊ ME DEVE UMA GARRAFA NOVA!-_ gritando pelo rapaz descuidado, ele abre a porta entrega uma garrafa de vinho, melhor ate mesmo do que ela tinha comprado, _-Toma e sua!-_ ela da uma olhada pelo espaço da porta entre ele e vê um quadro de uma mulher parecida com ela, o que a chama atenção, ela pergunta se pod
e entrar, ele olha e pensa o que tem a perder e a permite entrar.

Ao entrar, ela pergunta se ele quer um gole de vinho, ela abre a garrafa e bebe, ele abre outra e
acende seu cigarro e começa a fumar, ela diz que isso vai matá-lo, Zac nem liga, _-de onde vêm seus quadros? Assim de onde vem tanta imaginação?-_, _-Vem da minha solidão, nada melhor pra fazer quando estou bêbado-_ Zac diz com um sorriso no rosto, ela ri senta no sofá.
Ele abre a camisa e encosta na janela, Alice repara a tatuagem no corpo malhado de Zac mas não identifica o que é, ele percebe ignora e pergunta o que ela faz Alice fala incessantemente sobre o trabalho e sobre como e dividir o apartamento com alguém. Ele se aproxima e sela a conversa com um beijo, ela não entende o empurra _- O QUE VOCÊ TEM?-_ ela diz, ele ri e senta do lado dela pedindo desculpa.
Ela o interrompe beijando ferozmente, suas línguas dançam em um frenesi dentro de suas bocas, ela tira a camisa dele, e beija seu peito, ele solta os cabelos dela e acariciam seus braços, ele a empurra para traz, ele arranca sua camisa arrebenta seu sutiã e morde seus seios com fome de prazer, ela geme se contorcendo no sofá, ele desliza a língua em sua barriga e abre o botão da calça.
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